Contra a mentira

O Cheikh Faye foi o primeiro a revindicar-se como senegalego, membro da tribo mestiça dos que som do Senegal e da Galiza ao mesmo tempo. Cheik vive desde 2003 na Corunha, e durante um par de anos trabalhou em Ordes na ferralha, até que um ERE – e o sindicalismo amarelo de por meio – … Continue lendo Contra a mentira

Anúncios

Charlton Heston ou o “cam galego”

Voltamos ao Castro Ceidom em que estivemos em junho para vê-lo junto com Vila Cide de Baixo e Vila Cide de Riba, aldeias da freguesia de Oroso – onde casualmente também há um castro, o Castro de Vila Cide – que ainda aparecem citadas como umha soa vila rural, “Villazide, in feligresia sancti Martini de … Continue lendo Charlton Heston ou o “cam galego”

A longa derrota do lobo…

Após o esplendor do lobo no universo mitológico da Gallaecia Germanica, tempo dos ouveios suevos, o canis lupus entrou em franca decadência simbólica, tornando-se o emblema por excelência do anti-cristao, assunto estudado com muito detalhe por Xosé Ramón Mariño Ferro, quem também abordou com rigor o fenómeno da licantropia no seu contexto cultural a propósito … Continue lendo A longa derrota do lobo…

Bravas como espinhas

Da palabra latina spinam, com o seu par masculino spinum, derivou umha das famílias toponímicas mais frequentes da lusofonia, com grande presença na comarca de Ordes. Nas freguesias de Leira e Gesteda há sendas aldeias chamadas a Espinheira, que tenhem a sua irmá maior em África, na cidade angolana do mesmo nome, e as suas … Continue lendo Bravas como espinhas

Cestos e castros?

Umha nota sobre castros redigida por Isidoro Millán González-Pardo parece deitar algo de luz sobre os topónimos da Cestenha (Vila Maior) e Cestanhos (Parada), mas o que vem a continuaçom som especulaçons que só umha especialista nos poderá aclarar. Estudando a presença na toponímia galega do étimo céltico correspondente à atual palabra irlandesa ráth ou … Continue lendo Cestos e castros?

O mistério maçónico da igreja de Ordes

A palabra galega “igreja” vem do latim vulgar eclesiam, transformaçom do latim clássico ecclesiam, e que por sua vez procede do termo grego ekklesía, com o significado original de ‘assembleia’, em referência aos tempos primitivos em que o cristianismo era um movimento anti-imperialista, igualitarista e amancipatório. Daí, de dar nome à assembleia (porque isso eram … Continue lendo O mistério maçónico da igreja de Ordes