Genealogia do Vilar

Mapa com varios Vilar em Frades

O erudito eumês Millán González-Prado estudou com detalhe a evoluçom semántica da palabra galega “vilar”, generadora de muitos topónimos no Reino medieval da Galiza[1]. Na comarca de Ordes achamos lugares chamados Vilar –sem artigo-, nas freguesias de Cerzeda, Mercurim, Messia, Castenda da Torre e Campo, e O Vilar –com o artigo- nas de Ordes, Vila … Continue lendo Genealogia do Vilar

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Tabernas que nom faltem!

Taberna da Casa Louro a mediados dos anos 60 em Ordes. Fotografia incluida no livro "Ordes. Crónica fotográfica do século XX", de Manuel Pazos Gómez e Daniel Pereiro López, editado por Espiral Maior no 2002

“Todo homem passou noites com amigos fascinantes em torno a umha boa mesa, quando as personalidades se abrem como flores tropicais. Cada um era mais do que nunca um próprio, cada um era umha deliciosa caricatura de si próprio. Quem tenha conhecido tais noites entenderá Pickwick; os demais nom se divertirám com ele nem, segundo … Continue lendo Tabernas que nom faltem!

Ouveios suevos

Aldeia de Recegulfe, em Queijas

Em praticamente todos os nomes de lugar que rematam en –ulfe ou –ufe, ressoam os últimos ouveios dos suevos, já que som topónimos que se devem à antiga palavra germánica wulf ‘lobo’, e se encontram concentrados na Península Ibérica quase exclusivamente no território do antigo Reino da Galiza. O étimo resulta hoje mais do que … Continue lendo Ouveios suevos

A dignidade do País do Navo

Há em Albijói um lugar chamado Novás e ainda, na microtoponímia, umhas terras de nome o Noval entre as paróquias de Leira e Buscás. Nom está de todo claro o seu significado, pois poderiam-se referir a duas cousas diferentes. A primeira seria que o tal noval venha do latim novale, derivado de novu ‘novo’, no … Continue lendo A dignidade do País do Navo

Pam, cravos e desordens

para Patricia do Zapateiro da Portela A Portela de Leira é a aldeia vizinha de Loureda, famosa sobretudo polo pam, empadas, roscas e doces da Panadería Fontán, a antiga Casa do Zapateiro, que reparte por muitas paróquias da comarca. O topónimo, bastante frequente na área lingüística galego-portuguesa (os dous núcleos mais grandes com este nome … Continue lendo Pam, cravos e desordens

Pam velho, pam de festa

Gustav Henningsen entrevistando a um vecinho de Buscás (ordes) em 1966

Voltando ao Casal, Gustav Henningsen gravou ali, no 22 de dezembro de 1965, umha regueifa cantada por Manuel Vilariño García, quem entom tinha 38 anos, e que di assim: Deixa-m’acheghar adiante, qu’aqui estou um pouco atrás, qu’aora vai empezar a cantar este rapás.   Este rapaz, rapazinho, é-vos moi pequerrechinho: se queredes saber quem é, … Continue lendo Pam velho, pam de festa

O apelido BARBEITO

"Os de Sam Cosmade" tocando nas Encrovas, diante do hórreo da casa do funcionista Manuel Barbeito Barbeito (irmao de José Barbeito Barbeito da "Adelante"), a Casa do Viúvo de Surigha, destruída por FENOSA. 10 de julho de 1955, Festa do Carme

Num excesso de otimismo afirmava Valeriano Villanueva, autor do apartado de “Agricultura” da Geografía General del Reino de Galicia, que: “El maíz y la patata hicieron desaparecer el barbecho en Galicia mucho antes que dejase de usarse esta forma de cultivos en los países más adelantados de Europa, y hoy en toda la región gallega … Continue lendo O apelido BARBEITO