Apelidos LINHARES e LINHEIRA(s): Os tecidos da comunidade

As abundantes terras para o cultivo do linho (Linum usitatissimum) deixárom umha grande impronta toponímica na comarca de Ordes e, por conseguinte, nos seus apelidos, sendo Linhares o oitavo mais frequente do concelho de Cerzeda. Devem ser essas Linhares descendentes das vizinhas da aldeia de Gesteda chamada igual, e que tem a sua irmá toponímica … Continue lendo Apelidos LINHARES e LINHEIRA(s): Os tecidos da comunidade

Sempre em Loureda

Os meus bisavôs, diante da casa de Loureda, co meu avô, o Vinculeiro, na esquerda, e tios e primos

ao meu avô, o Vinculeiro de Loureda Sempre se insiste no caráter atlántico do ecossistema galego, quando tradicionalmente os geógrafos, do anarquista Elisée Reclus ao próprio Otero Pedrayo, venhem insistindo em que o que carateriza à Galiza é, mais bem, a sua situaçom de ponte entre o mundo atlántico e o mediterráneo, que se aprecia … Continue lendo Sempre em Loureda

As aldeias das leitoras (VIII): Fossado

“Para chegar ao fossado e servir-mi corpo loado, e vam-se as frores d’aqui bem com meus amores!” Paio Gomes Charinho Pediam Javier Quintela Pena e Ani Pampín Martínez  tratar de Fossado, aldeia de Santa Cruz de Montaos que tem estaçom de trem. Se o topónimo nom se refere a um terreno caraterizado por um fojo … Continue lendo As aldeias das leitoras (VIII): Fossado

Infernos e inferninhos

Na comarca de Ordes existem, quando menos, dous lugares de satánicos nomes: o Penedo do Inferninho[1], em Gorgulhos, e o Rego dos Inferninhos[2], que baixa de Olas cara à Berxa. Além disso, Cabeza Quiles sinala que num “emprazamento claramente inferior ou baixo atópase unha aldea chamada O Inferniño situada na parroquia de Cabaleiros”[3], que nom … Continue lendo Infernos e inferninhos