O mistério maçónico da igreja de Ordes

A palabra galega “igreja” vem do latim vulgar eclesiam, transformaçom do latim clássico ecclesiam, e que por sua vez procede do termo grego ekklesía, com o significado original de ‘assembleia’, em referência aos tempos primitivos em que o cristianismo era um movimento anti-imperialista, igualitarista e amancipatório. Daí, de dar nome à assembleia (porque isso eram … Continue lendo O mistério maçónico da igreja de Ordes

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Da Silva para o mundo

De Rodis a Luanda, de Lisboa ao Rio de Janeiro, o apelido de origem toponímico Silva é o mais usado de toda a lusofonia (é o primeiro em Portugal e no Brasil, por diante dos também frequentíssimos Santos e Pereira) e o mais emblemático da nossa língua, ao jeito de Martin na francofonia, Smith no … Continue lendo Da Silva para o mundo

Guntino contra a destruiçom

Aldeia de Guntim em Mercurim

para Lidia Mui semelhante ao Gudim da semana passada é o topónimo Guntim, que dá nome a sendas aldeias das freguesias de Mercurim e Cerzeda, dando nome também em Aiaço ao dólmem conhecido como Peneda de Guntim, destruido polas forças do “progresso”, tal e como denunciara o Obradoiro da História1. Existem, aliás, muitos outros Guntim … Continue lendo Guntino contra a destruiçom

Genealogia do Vilar

Mapa com varios Vilar em Frades

O erudito eumês Millán González-Prado estudou com detalhe a evoluçom semántica da palabra galega “vilar”, generadora de muitos topónimos no Reino medieval da Galiza[1]. Na comarca de Ordes achamos lugares chamados Vilar –sem artigo-, nas freguesias de Cerzeda, Mercurim, Messia, Castenda da Torre e Campo, e O Vilar –com o artigo- nas de Ordes, Vila … Continue lendo Genealogia do Vilar