A longa derrota do lobo…

Após o esplendor do lobo no universo mitológico da Gallaecia Germanica, tempo dos ouveios suevos, o canis lupus entrou em franca decadência simbólica, tornando-se o emblema por excelência do anti-cristao, assunto estudado com muito detalhe por Xosé Ramón Mariño Ferro, quem também abordou com rigor o fenómeno da licantropia no seu contexto cultural a propósito … Continue lendo A longa derrota do lobo…

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As armas das débeis

Além da aldeia das Raposeiras em Ardemil, há muitos outros zootopónimos referidos à vulpes vulpes por toda a geografia ordense, dando lugar a microtopónimos como: um outro as Raposeiras, no linde entre Pereira e Marçoa, ao Sul do Coto do Lobo; as Raposas em Parada; Fonte Raposeira em Campo; os Montes da Zorra em Messia, … Continue lendo As armas das débeis

O apelido SILVEIRA

“É longa, longa como a soga; e tem dentes, dentes como a loba” Adivinha popular De Lope de Vega a Góngora, os escritores castelhanos do Século de Ouro, carregados de galegofobia, descrevêrom umha e outra vez o Reyno de Galicia com metáforas político-vegetais que jogavam com as palavras “maleza e malícia”, para ridiculizar um país … Continue lendo O apelido SILVEIRA

As aldeias das leitoras (VII): Friám

Ao começar a investigar a toponímia da comarca o companheiro Manolo Paços perguntou polo significado do topónimo Freám ou Friám, na sua paróquia, Marçoa, que nom aparece no Nomenclátor, mas si nos mapas do IGN[1], assim como do microtopónimo associado Fraga de Freám. Ainda, há nas Encrovas um Monte de Freám, situado ao norte de … Continue lendo As aldeias das leitoras (VII): Friám