Contra a mentira

O Cheikh Faye foi o primeiro a revindicar-se como senegalego, membro da tribo mestiça dos que som do Senegal e da Galiza ao mesmo tempo. Cheik vive desde 2003 na Corunha, e durante um par de anos trabalhou em Ordes na ferralha, até que um ERE – e o sindicalismo amarelo de por meio – … Continue lendo Contra a mentira

Bravas como espinhas

Da palabra latina spinam, com o seu par masculino spinum, derivou umha das famílias toponímicas mais frequentes da lusofonia, com grande presença na comarca de Ordes. Nas freguesias de Leira e Gesteda há sendas aldeias chamadas a Espinheira, que tenhem a sua irmá maior em África, na cidade angolana do mesmo nome, e as suas … Continue lendo Bravas como espinhas

O mistério maçónico da igreja de Ordes

A palabra galega “igreja” vem do latim vulgar eclesiam, transformaçom do latim clássico ecclesiam, e que por sua vez procede do termo grego ekklesía, com o significado original de ‘assembleia’, em referência aos tempos primitivos em que o cristianismo era um movimento anti-imperialista, igualitarista e amancipatório. Daí, de dar nome à assembleia (porque isso eram … Continue lendo O mistério maçónico da igreja de Ordes

A coruja de Minerva

Para Jéssica e Rebeca Á aldeia de Corujo dava-lhe muita importância o irmandinho Eugénio Carré Aldao, quem recolhe na Geografía General del Reino de Galicia que, naquela altura (década de 1920), esta era a de maior entidade da freguesia de Barbeiros, com 46 habitantes1. Aliás, o Corujo estava situado num importante caminho vizinhal da época, … Continue lendo A coruja de Minerva

As armas das débeis

Além da aldeia das Raposeiras em Ardemil, há muitos outros zootopónimos referidos à vulpes vulpes por toda a geografia ordense, dando lugar a microtopónimos como: um outro as Raposeiras, no linde entre Pereira e Marçoa, ao Sul do Coto do Lobo; as Raposas em Parada; Fonte Raposeira em Campo; os Montes da Zorra em Messia, … Continue lendo As armas das débeis

Bestiário toponímico

A enorme presença de zootopónimos nas terras galegas, forjados os mais deles durante o que Jacques Le Goff chamava a longue Moyen Âge, e a importância entre eles dum bom número de casos referidos a animais cuja importánica nom remata de entender-se polas suas propriedades meramente económicas (como fonte de alimento ou perigoso depredador), obriga … Continue lendo Bestiário toponímico

Onde o mundo se chama Vila Gudim

Casa em Vila Gudim de Lesta

para Ramón Muñiz Dizia Eduardo Iglesias Regueiro que tinha umha grande curiosidade por conhecer a origem de Vila Gudim, aldeia de Lesta que, quando Eugénio Carré Aldao escrevera o seu contributo para a Geografía General del Reino de Galicia, era a mais grande da paróquia, com 84 habitantes1. Também devia ter essa curiosidade o carteiro … Continue lendo Onde o mundo se chama Vila Gudim