Bravas como espinhas

Da palabra latina spinam, com o seu par masculino spinum, derivou umha das famílias toponímicas mais frequentes da lusofonia, com grande presença na comarca de Ordes. Nas freguesias de Leira e Gesteda há sendas aldeias chamadas a Espinheira, que tenhem a sua irmá maior em África, na cidade angolana do mesmo nome, e as suas … Continue lendo Bravas como espinhas

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O mistério maçónico da igreja de Ordes

A palabra galega “igreja” vem do latim vulgar eclesiam, transformaçom do latim clássico ecclesiam, e que por sua vez procede do termo grego ekklesía, com o significado original de ‘assembleia’, em referência aos tempos primitivos em que o cristianismo era um movimento anti-imperialista, igualitarista e amancipatório. Daí, de dar nome à assembleia (porque isso eram … Continue lendo O mistério maçónico da igreja de Ordes

A coruja de Minerva

Para Jéssica e Rebeca Á aldeia de Corujo dava-lhe muita importância o irmandinho Eugénio Carré Aldao, quem recolhe na Geografía General del Reino de Galicia que, naquela altura (década de 1920), esta era a de maior entidade da freguesia de Barbeiros, com 46 habitantes1. Aliás, o Corujo estava situado num importante caminho vizinhal da época, … Continue lendo A coruja de Minerva

O Imperador da nêvoa

O meninho Afonso Raimundes, nado apenas sete anos em Caldas de Reis, foi coroado rei da Galiza no 17 de setembro de 1111 numha cerimónia na catedral de Santiago que pretendia cenificar a coaligaçom entre os dous poderes tradicionais do país: o eclessiástico, representado polo bispo Diego Gelmírez; e o nobiliário, encarnado em Pedro Froilaz, … Continue lendo O Imperador da nêvoa

Entre a trincheira e a carvalheira

para a tia Maria O que na Idade Média conformava um só casal ou lugar, hoje aparece dividido em duas partes: Guindibom, dentro da freguesia de Montaos; e Guindibom de Riba, pertencente à de Pereira. O topónimo é recolhido no Nomenclator como “Guindibó”, ainda que na sinalética e outros textos oficiais também tem sido escrito … Continue lendo Entre a trincheira e a carvalheira

As aldeias das leitoras (VIII): Fossado

“Para chegar ao fossado e servir-mi corpo loado, e vam-se as frores d’aqui bem com meus amores!” Paio Gomes Charinho Pediam Javier Quintela Pena e Ani Pampín Martínez  tratar de Fossado, aldeia de Santa Cruz de Montaos que tem estaçom de trem. Se o topónimo nom se refere a um terreno caraterizado por um fojo … Continue lendo As aldeias das leitoras (VIII): Fossado