Cestos e castros?

Umha nota sobre castros redigida por Isidoro Millán González-Pardo parece deitar algo de luz sobre os topónimos da Cestenha (Vila Maior) e Cestanhos (Parada), mas o que vem a continuaçom som especulaçons que só umha especialista nos poderá aclarar. Estudando a presença na toponímia galega do étimo céltico correspondente à atual palabra irlandesa ráth ou … Continue lendo Cestos e castros?

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O mistério maçónico da igreja de Ordes

A palabra galega “igreja” vem do latim vulgar eclesiam, transformaçom do latim clássico ecclesiam, e que por sua vez procede do termo grego ekklesía, com o significado original de ‘assembleia’, em referência aos tempos primitivos em que o cristianismo era um movimento anti-imperialista, igualitarista e amancipatório. Daí, de dar nome à assembleia (porque isso eram … Continue lendo O mistério maçónico da igreja de Ordes

A coruja de Minerva

Para Jéssica e Rebeca Á aldeia de Corujo dava-lhe muita importância o irmandinho Eugénio Carré Aldao, quem recolhe na Geografía General del Reino de Galicia que, naquela altura (década de 1920), esta era a de maior entidade da freguesia de Barbeiros, com 46 habitantes1. Aliás, o Corujo estava situado num importante caminho vizinhal da época, … Continue lendo A coruja de Minerva

Bestiário toponímico

A enorme presença de zootopónimos nas terras galegas, forjados os mais deles durante o que Jacques Le Goff chamava a longue Moyen Âge, e a importância entre eles dum bom número de casos referidos a animais cuja importánica nom remata de entender-se polas suas propriedades meramente económicas (como fonte de alimento ou perigoso depredador), obriga … Continue lendo Bestiário toponímico

Santa Martinha das Galegas

Igreja de Sam Martinho de Galegos, em Frades

para Montse Contam-se, tam-só no distrito de Lisboa, as localidades de São Bartolomeu de Galegos, Casais, Casais Galegos, Aldeia Galega da Merceana, a Póvoa da Galega e mesmo umha Galiza… Topónimos semelhantes repetem-se polo resto de Portugal1, pola Espanha2 (às vezes num tom despetivo) e por médio mundo3. A explicaçom é clara: referem-se à nacionalidade … Continue lendo Santa Martinha das Galegas

As aldeias das leitoras (IX) : Reboredo

José Antonio Couselo García, vizinho de Reboredo (Santaia de Gorgulhos), pedia que falássemos deste topónimo que também nomeia outros lugares nas freguesias de Galegos, Ordes, Vitre e Xanceda. O seu, o de Gorgulhos, é destacável polo folklore associado à mámoa de Reboredo, cuja origem foi atribuída aos árabes e mesmo aos índios!1 Em todos estes … Continue lendo As aldeias das leitoras (IX) : Reboredo

Entre a trincheira e a carvalheira

para a tia Maria O que na Idade Média conformava um só casal ou lugar, hoje aparece dividido em duas partes: Guindibom, dentro da freguesia de Montaos; e Guindibom de Riba, pertencente à de Pereira. O topónimo é recolhido no Nomenclator como “Guindibó”, ainda que na sinalética e outros textos oficiais também tem sido escrito … Continue lendo Entre a trincheira e a carvalheira