A saudade do fundador

Rua A Quenlha, do Mesom do Vento cara a Cerzeda, em Ordes

Muitas quenlhas e quenlhos há na microtoponímia ordense, e mesmo umha que deu nome à contra-concelharia de cultura da Pontraga, a Asociación Cultural “Brisas do Quenllo”. Temos a Quenlha de Santaia de Gorgulhos, a Quenlha Grande em Lesta, a Quenlha da Ermida em Benza; um Quenlhas em Neám, dous o Quenlho, um em Visantonha e … Continue lendo A saudade do fundador

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Os Templários de Leira

para Noelia Gestal A Bailia –que no Nomenclátor vem sem artigo, ainda que todo o mundo o usa, dizendo-se também muito a Beilia- é umha aldeia de Leira que, polo seu afastamento da igreja paroquial, sempre tivo muito vida própria dentro da freguesia, contando com escola unitária durante muitos anos e na qual mesmo se … Continue lendo Os Templários de Leira

O que os paços nom vem

para Marcela Dos bosques de vidoeiros (Betula pubescens Ehrh.) conservados pola ingente memória da toponímia, sempre se suspeitará se teriam atraido a atençom das gentes antigas, antes do que pola sua madeira, por favorecerem a proligeraçom da amanita muscaria à sombra das suas folhas. A micologia assegura que estes cogumelos alucinógenos dos viduais eram consumidos … Continue lendo O que os paços nom vem

Genealogia do Vilar

Mapa com varios Vilar em Frades

O erudito eumês Millán González-Prado estudou com detalhe a evoluçom semántica da palabra galega “vilar”, generadora de muitos topónimos no Reino medieval da Galiza[1]. Na comarca de Ordes achamos lugares chamados Vilar –sem artigo-, nas freguesias de Cerzeda, Mercurim, Messia, Castenda da Torre e Campo, e O Vilar –com o artigo- nas de Ordes, Vila … Continue lendo Genealogia do Vilar

Pam, cravos e desordens

para Patricia do Zapateiro da Portela A Portela de Leira é a aldeia vizinha de Loureda, famosa sobretudo polo pam, empadas, roscas e doces da Panadería Fontán, a antiga Casa do Zapateiro, que reparte por muitas paróquias da comarca. O topónimo, bastante frequente na área lingüística galego-portuguesa (os dous núcleos mais grandes com este nome … Continue lendo Pam, cravos e desordens

Pam velho, pam de festa

Gustav Henningsen entrevistando a um vecinho de Buscás (ordes) em 1966

Voltando ao Casal, Gustav Henningsen gravou ali, no 22 de dezembro de 1965, umha regueifa cantada por Manuel Vilariño García, quem entom tinha 38 anos, e que di assim: Deixa-m’acheghar adiante, qu’aqui estou um pouco atrás, qu’aora vai empezar a cantar este rapás.   Este rapaz, rapazinho, é-vos moi pequerrechinho: se queredes saber quem é, … Continue lendo Pam velho, pam de festa

As aldeias dos leitores (VI): O Casal

Fernando Carril, quem já tem visto londras na presa da estaçom da Pontraga e no regato de Leobalde quando vai pescar, e que nos descobreu o formoso microtopónimo da Fonte do Gato, no Valado de Ordes, pregunta polo significado do topónimo e apelido de Casal, igual que Daniel Gómez Mariño. Na comarca de Ordes som … Continue lendo As aldeias dos leitores (VI): O Casal