Charlton Heston ou o “cam galego”

Voltamos ao Castro Ceidom em que estivemos em junho para vê-lo junto com Vila Cide de Baixo e Vila Cide de Riba, aldeias da freguesia de Oroso – onde casualmente também há um castro, o Castro de Vila Cide – que ainda aparecem citadas como umha soa vila rural, “Villazide, in feligresia sancti Martini de … Continue lendo Charlton Heston ou o “cam galego”

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A longa derrota do lobo…

Após o esplendor do lobo no universo mitológico da Gallaecia Germanica, tempo dos ouveios suevos, o canis lupus entrou em franca decadência simbólica, tornando-se o emblema por excelência do anti-cristao, assunto estudado com muito detalhe por Xosé Ramón Mariño Ferro, quem também abordou com rigor o fenómeno da licantropia no seu contexto cultural a propósito … Continue lendo A longa derrota do lobo…

Cestos e castros?

Umha nota sobre castros redigida por Isidoro Millán González-Pardo parece deitar algo de luz sobre os topónimos da Cestenha (Vila Maior) e Cestanhos (Parada), mas o que vem a continuaçom som especulaçons que só umha especialista nos poderá aclarar. Estudando a presença na toponímia galega do étimo céltico correspondente à atual palabra irlandesa ráth ou … Continue lendo Cestos e castros?

O mistério maçónico da igreja de Ordes

A palabra galega “igreja” vem do latim vulgar eclesiam, transformaçom do latim clássico ecclesiam, e que por sua vez procede do termo grego ekklesía, com o significado original de ‘assembleia’, em referência aos tempos primitivos em que o cristianismo era um movimento anti-imperialista, igualitarista e amancipatório. Daí, de dar nome à assembleia (porque isso eram … Continue lendo O mistério maçónico da igreja de Ordes

A coruja de Minerva

Para Jéssica e Rebeca Á aldeia de Corujo dava-lhe muita importância o irmandinho Eugénio Carré Aldao, quem recolhe na Geografía General del Reino de Galicia que, naquela altura (década de 1920), esta era a de maior entidade da freguesia de Barbeiros, com 46 habitantes1. Aliás, o Corujo estava situado num importante caminho vizinhal da época, … Continue lendo A coruja de Minerva

Bestiário toponímico

A enorme presença de zootopónimos nas terras galegas, forjados os mais deles durante o que Jacques Le Goff chamava a longue Moyen Âge, e a importância entre eles dum bom número de casos referidos a animais cuja importánica nom remata de entender-se polas suas propriedades meramente económicas (como fonte de alimento ou perigoso depredador), obriga … Continue lendo Bestiário toponímico

Santa Martinha das Galegas

Igreja de Sam Martinho de Galegos, em Frades

para Montse Contam-se, tam-só no distrito de Lisboa, as localidades de São Bartolomeu de Galegos, Casais, Casais Galegos, Aldeia Galega da Merceana, a Póvoa da Galega e mesmo umha Galiza… Topónimos semelhantes repetem-se polo resto de Portugal1, pola Espanha2 (às vezes num tom despetivo) e por médio mundo3. A explicaçom é clara: referem-se à nacionalidade … Continue lendo Santa Martinha das Galegas