Bravas como espinhas

Da palabra latina spinam, com o seu par masculino spinum, derivou umha das famílias toponímicas mais frequentes da lusofonia, com grande presença na comarca de Ordes. Nas freguesias de Leira e Gesteda há sendas aldeias chamadas a Espinheira, que tenhem a sua irmá maior em África, na cidade angolana do mesmo nome, e as suas … Continue lendo Bravas como espinhas

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Cestos e castros?

Umha nota sobre castros redigida por Isidoro Millán González-Pardo parece deitar algo de luz sobre os topónimos da Cestenha (Vila Maior) e Cestanhos (Parada), mas o que vem a continuaçom som especulaçons que só umha especialista nos poderá aclarar. Estudando a presença na toponímia galega do étimo céltico correspondente à atual palabra irlandesa ráth ou … Continue lendo Cestos e castros?

O mistério maçónico da igreja de Ordes

A palabra galega “igreja” vem do latim vulgar eclesiam, transformaçom do latim clássico ecclesiam, e que por sua vez procede do termo grego ekklesía, com o significado original de ‘assembleia’, em referência aos tempos primitivos em que o cristianismo era um movimento anti-imperialista, igualitarista e amancipatório. Daí, de dar nome à assembleia (porque isso eram … Continue lendo O mistério maçónico da igreja de Ordes

A coruja de Minerva

Para Jéssica e Rebeca Á aldeia de Corujo dava-lhe muita importância o irmandinho Eugénio Carré Aldao, quem recolhe na Geografía General del Reino de Galicia que, naquela altura (década de 1920), esta era a de maior entidade da freguesia de Barbeiros, com 46 habitantes1. Aliás, o Corujo estava situado num importante caminho vizinhal da época, … Continue lendo A coruja de Minerva

As armas das débeis

Além da aldeia das Raposeiras em Ardemil, há muitos outros zootopónimos referidos à vulpes vulpes por toda a geografia ordense, dando lugar a microtopónimos como: um outro as Raposeiras, no linde entre Pereira e Marçoa, ao Sul do Coto do Lobo; as Raposas em Parada; Fonte Raposeira em Campo; os Montes da Zorra em Messia, … Continue lendo As armas das débeis

O Imperador da nêvoa

O meninho Afonso Raimundes, nado apenas sete anos em Caldas de Reis, foi coroado rei da Galiza no 17 de setembro de 1111 numha cerimónia na catedral de Santiago que pretendia cenificar a coaligaçom entre os dous poderes tradicionais do país: o eclessiástico, representado polo bispo Diego Gelmírez; e o nobiliário, encarnado em Pedro Froilaz, … Continue lendo O Imperador da nêvoa